Vamos encarar nossos “fantasmas”?

Aqui vai um conselho – apesar de dizerem que se fosse bom, ninguém dava de graça -, encarem, de verdade, mesmo que com receio,  os “fantasmas” do passado, que, nada mais são, do que problemas mal-resolvidos.

Não adianta fugir não, viu? Eles aparecem quando você menos espera: pode vir em forma de um telefonema, um e-mail, um esbarrão na rua, um toque de campainha…  Não adianta pensar que, se, você fugir, eles não te acompanharão. “AONDE ESTIVER SEU TESOURO, AÍ ESTARÁ O SEU CORAÇÃO”.

Então, se alguém aí tiver algum (e quem não tem?) vamos pensar seriamente em enfrentá-los para evitar surpresas desagradáveis, hein? Conselho de uma super-inútil que, já há algum tempo, vem protelando uns. Rs. Mas não façam igual  à regime não, hein? Que sempre vamos começar na segunda-feira de manhã e na segunda-feira à noite já desistimos. Somos pessoas de pouca fé né? Será? Sei lá. Hoje tô filosofando muito. Rs. Agora mesmo passa.

“Eu sou o resultado de meus próprios atos, herdeiros de atos; atos são a matriz que me trouxe, os atos são o meu parentesco; os atos recaem sobre mim; qualquer ato que eu realize, bom ou mal, eu dele herdarei. Eis em que deve sempre refletir todo o homem e toda mulher. “(Sakyamuni).

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Esse post foi publicado em 9 de novembro de 2007 às 17:21 e está arquivado em Geral. Você pode acompanhar os comentários desse post através do feed RSS 2.0. Você pode comentar, ou mandar um TrackBack de seu site para cá.

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